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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sala multimeios




Os alunos do 9.º ano utilizaram a sala multimeios para apresentar o trabalho "Música: poesia cantada". O foco é a apresentação de letras de músicas brasileiras de diferentes estilos. Nessa apresentação, além de cada grupo apresentar para os colegas a letra, também apresentam o compositor e o estilo. O projeto, além de seu valor em si, é uma preparação para os estudos de versificação previstos para esse ano de escolaridade. As apresentações têm sido muitíssimo agradáveis, até o pai de uma aluna participou acompanhando o grupo cantando "Palavras ao Vento" de Cássia Eller. Também foi uma boa oportunidade de testar o manual de uso dos equipamentos da sala multimeios elaborado pelo meu grupo de estudos (GDP inFORMAR). Tudo funcionou bem. O manual é claro e facilitou o trabalho, trazendo-nos independência na utilização da sala.


sábado, 4 de julho de 2009

Trabalho com jornais






Trabalho com jornal com alunos do 6º e 9º ano.

















segunda-feira, 1 de junho de 2009

Trabalho com músicas em inglês




Os alunos do 202 realizaram um trabalho com músicas para a disciplina de inglês. A partir da escolha de uma música, fizeram um pesquisa sobre o autor e as condições em que as músicas foram compostas.

Posteriormente apresentaram a canção para a turma e distribuíram as letras para os colegas acompanharem. O passo seguinte foi a confecção dos cartazes ilustrados de acordo com o trecho que mais gostaram.

Este trabalho ainda não terminou. Acompanhem no blog o desdobramento desta aventura linguística pela musicalidade.

Veja mais fotos abaixo:
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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Concurso de redação




Os alunos de oitava série (nono ano) participaram de um concurso lançado pelo Senado. O concurso propunha escrever uma dissertação sobre a Bandeira Nacional. Recebi textos lindos. Dentre eles, foi escolhido o do aluno Lucas Henrique Rodrigues de Almeida para representar a Escola na próxima fase. Parabéns, Lucas! Continue estudando com seriedade e dedicação. Um grande abraço.

Prof.ª Marilda


A bandeira verde-amarela


Criada como símbolo da República - proclamada no dia 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca - e marcando o fim do governo monárquico, a Bandeira Nacional Brasileira representa o orgulho de nossa nacionalidade.

Com suas cores, verde e amarelo - herdadas da bandeira imperial - e o azul, este símbolo é usado em eventos esportivos, em movimentos de protesto, em situações que ameaçam a nossa soberania, a nossa paz, ou seja, ela sempre marca a presença de um brasileiro alegre, triste ou indignado.

Ela pode ser facilmente encontrada em meio às multidões eufóricas, que aguardam pelo gol da vitória ou por aquele recorde olímpico, lá está ela para enxugar as lágrimas de alegria ou tristeza, para ser torcida e apertada, na ansiedade de se conseguir a vitória e para ser exibida caso ela aconteça.

Seja em camisetas, chinelos, chapéus... as suas estrelas - representando os estados brasileiros - e as suas cores, nunca passam despercebidas aos olhos de um bom e verdadeiro brasileiro.

Vê-la exibida em qualquer parte do mundo, significa saber que naquele lugar há alguém que ama o país, o povo, a cultura que você também ama. A sensação é de acolhimento, de encontrar um pouquinho do seu país naquele lugar.

Devemos sempre respeitar este, que é o mais importante símbolo nacional, pois ele representa nossa pátria amada, e a nós, brasileiros.

Lucas Henrique Rodrigues de Almeida

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Olímpiada de Língua Portuguesa




Após várias oficinas de leitura e escrita de textos de memórias e de entrevistas com moradores antigos de Bom Sucesso, os alunos das oitavas séries A, C e D escreveram o seu texto para concorrer à primeira fase (escolar) da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa. Todos os alunos se esforçaram muito e o resultado foram textos que encantaram a comissão julgadora. A comissão considerou o trabalho de apontar aquele que passaria à fase seguinte bastante difícil. Foi escolhido para representar a escola na segunda fase (municipal) o texto do aluno Felipe Jorge Lopes Domingos, da 8.ª série C, a quem parabenizo. Estamos torcendo para que ele passe à fase seguinte. Parabéns também a todos os alunos que participaram desse trabalho. Fiquei encantada com os relatos de como fizeram e refizeram os textos, o que mostra o compromisso de cada um com sua própria aprendizagem.

Leiam o texto de Felipe!


De parágrafo em parágrafo...a vida


Na época de minha infância e adolescência, Bom Sucesso era uma pequena vila, pouco povoada, com estradas de terra que no período de chuvas tornava-se um lamaçal. Minha infância foi sofrida, não só a minha, mas a de outras garotas e garotos pobres.

Estudei pouco, até o quarto ano primário. Lembro-me de quando ganhei o diploma, junto veio também a enxada, me tornei uma trabalhadora rural. Infelizmente tínhamos que aceitar as decisões dos pais.

Naquele tempo, namorar era só com a permissão dos pais, carrancudos e autoritários. Lembro-me de como era gostoso fugir de casa à noitinha, e aventurar-me nos bailes correndo o risco de levar uma rodada de pancadas (coça) ao chegar em casa.

Quando casei-me senti um alívio temporário, tinha dezessete para dezoito anos, tive vários filhos.Criei -os com dificuldades.

O tempo foi passando e Bom Sucesso crescendo, ganhando ruas, casas, bairros e gente. Quanto a carros de bois, que às vezes eram candiados pela cidade, sumiram, assim como a chama do lampião, árvores, o cheiro do capim e o silêncio. Minha geração tornou-se ultrapassada, perdida no tempo, sinto saudade da minha época ao ver meus netos. Saudade da educação das crianças, brincadeiras sadias e da obediência aos mais velhos, além do acordar com o canto dos pássaros, coisa encantadora.

Ah! A falta dos bailes, da praça antiga, das noites de lua com um toque singelo de amor, do cinema hoje inexistente, às vezes sentia-me como a moça de pele aveludada que beija um galã na grande tela , e por um instante não era uma trabalhadora rural, mas uma mocinha aventureira, desafiando o medo e as conseqüências.

Meu passado e lembranças fazem parte de mim, de quem sou. Quanto às lembranças são os parágrafos do meu livro denominado vida.

O texto foi baseado nas palavras de Maria Santa Brígida, de 70 anos, trabalhadora rural aposentada, residente em Bom Sucesso, Minas Gerais.